POR EM PRÁTICA A LEI DO AMOR



“Age apenas em amor…
Vive a Lei do Amor agora e para todo o sempre. Dá tudo, não precises de nada.
Evita o mundano.
Não aceites o inaceitável.
Torna cada momento da tua vida uma efusão de amor.
Usa cada momento para teres o pensamento mais elevado, dizeres palavras mais elevada, executares o acto mais elevado…
Traz paz á terra trazendo paz a todos aqueles cujas vidas tocas.
Sê paz.
Aceita todas as circunstâncias, reconhece todas as faltas, partilha todas as alegrias, contempla todos os mistérios, põe-te no lugar de todos os homens, perdoa todas as ofensas (incluído as tuas).
Fala humildemente de ti próprio, para que ninguém interprete a tua Verdade Suprema como jactância.
Fala baixo, para que ninguém pense que estás apenas a chamar a atenção.
Fala abertamente, para que ninguém pense que tens algo a esconder.
Fala francamente, para não seres mal interpretado.
Fala frequentemente, para que a tua palavra seja verdadeiramente divulgada.
Fala respeitosamente, para que ninguém seja desrespeitado
Torna a tua vida uma dádiva. Lembra-te sempre, tu és a dádiva!”

ONDE COLOCAR O SAL?


O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal num copo de água e bebesse
- 'Qual é o gosto?' - perguntou o Mestre.
- 'Péssimo' - disse o jovem.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago.
Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago. Então o velho disse:
- 'Beba um pouco dessa água'. Enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:
- 'Qual é o gosto?'
- 'Bom! disse o rapaz.'
- 'Consegues sentir o gosto do sal?' perguntou o Mestre.'
- 'Não disse o jovem.'
O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
- A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
Quando sentires dor, a única coisa que deves fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a tua volta. É dar mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras:
É deixar de Ser copo, para tornar-se um Lago.'

"Entender a vontade de Deus nem sempre é fácil, mas crer que Ele está no comando e tem um plano para a nossa vida faz a caminhada valer a pena!".


Eu encontrei este conjunto de letras cheio de boas energias algures na internet e quis partilhar com o mundo, espero que entenda a mensagem…
Até sabado que é quando voltarei a publicar algo.

BOB MARLEY

Esta semana vou fazer uma publicação diferente, vou pronunciar-me sobre uma personagem que me inspira diariamente, alguém que marcou a minha vida no instante em que os meus ouvidos dançaram ao sabor das suas cordas vocais apinhado de amor. Bob Marley uma dádiva dos Deuses.

Aqui esta, um dos grandes homens do século vinte, alguém que cedeu grandiosos ensinamentos aos seres humanos, alguém que não deixou orações, somente espalhou amor através da sua música e do seu estilo, alguém que eu admiro muito. Para mim Bob Marley é um verdadeiro profeta, por isso vou deixar aqui algumas das suas mensagens que influenciam a minha forma de estar na vida.

"Meu lar é sempre onde estou. Meu lar está na minha mente. Meu lar são os meus pensamentos. Meu lar é pensar as coisas que eu penso. Esse é meu lar. Meu lar não é um lugar material por ai... meu lar está na minha mente."

"Há pessoas que amam o poder, e outras que tem o poder de amar"

"Os homens pensam que possuem uma mente, mas é a mente que os possui"

"Enquanto imperar a filosofia de que há uma raça inferior e outra superior o mundo estará permanentemente em guerra. É uma profecia mas todo mundo sabe que isso é verdade."

"Quantas mortes mais serão necessárias para dar-mos conta de que já foram demasiadas."

Temos que manter a união para enfrentarmos o, Armagedom Sagrado (um só amor)
Então quando o Homem vier, estaremos seguros (uma só canção)
Tenha dó daqueles cujas as chances são poucas. Pois não haverá como se esconder do pai da criação... (Uma parte da musica One Love

Não se preocupe com nada, Porque cada pequena coisa Vai ficar bem (Uma parte da musica Three Little Birds)

O REGRESSO (pressão)


Olá…
Olá a mim mesmo, a muito tempo que já não escrevia algo (aqui), por momentos pensei que não voltaria a escrever, mas hoje arranjei algum tempo, na verdade houve outras alturas em que o tempo me permitiu vir até aqui, mas eu estava perdido no mundo, mundo esse que exerce uma pressão muito grande sobre os jovens da minha idade (pelo menos sobre mim), eu tenho muito força, disposição e energia, próprios da idade, que poderiam ser usadas em festas infindáveis e em tudo que só me trouxe-se alegrias, mas não, diariamente tenho que estar preocupado com as frequências atrás de frequências, com os pais que querem boas notas, com a namorada que quer toda a atenção do mundo, com o vizinho que não dei boa tarde, com a vida, com o que eu visto, com o que eu calço com um conjunto de com (s) que as vezes fazem-me pensar qual o sentido das suas existências…
Depois de pensar e repensar sobre os com (s) da vida, conclui que eles fazem sentido de existir. O porque de pensar assim? Penso desta forma porque os com (s) da vida, mesmo os mais fúteis, fazem-me ser o que sou neste mundo material, eles caracterizam-me, eles falam de mim, mesmo quando dão problemas atrás de dores de cabeça.
Então, através da minha reflexão, vi que o mundo não exerce nenhum tipo de pressão sobre mim, no fundo ele me deixa livre e deu-me a minha mente para o poder ser, vi que a pressão vem de dentro, vem de mim mesmo, quando falo de mim, falo de todos nós, cada um exerce a sua própria pressão sobre si mesmo e esse conjunto de pressão global do interior de cada um, forma como que uma força ou energia que faz-nos sentir pressionados pelo mundo, mas no fundo a pressão esta em nós, aquilo que exigimos em nós exigimos aos outros e os outros aos outros e no fundo tudo se transforma num mar de exigências que chamamos “pressão do mundo”…
Concluindo, essa pressão existe por minha vontade, faz-me ser o que sou, ajuda-me no meu crescimento e no fundo, com um pouco de querer da minha parte, torna-se em tudo que me dá alegria, porque as festas tem a sua altura, o seu momento e nem sempre são sinónimos de alegria, porque as frequências são as provas da minha capacidade, porque eu já exijo ao meu irmão mais novo que seja o melhor e tenha boas notas como exijo a mim mesmo (os meus pais são nada mais nada menos que uma mutação das minhas próprias exigências), porque eu também quero atenção e carinho da minha namorada, porque também consideraria o meu vizinho mal-educado se passa-se por mim e não me saúda-se e ria-me de certeza se alguém passa-se por mim com um camisola verde alface, um sapato roxo e uma calça cor-de-rosa, então a dita “pressão do mundo” que eu uso para fugir as minhas responsabilidades são criações minhas, responsabilidades minhas. Esta conclusão faz-me crer, cada vez mais, que o centro do universo é o meu coração, que a minha mente é a maior tela da existência onde pinto a minha realidade e tudo gira a minha volta, mas tudo é um só, pois tudo que sou os outros também são, tudo que espero os outros esperam, tudo que sinto eles também sentem. Neste panorama todo, se algum dia quiser mudar algo em minha vida, tenho primeiro que mudar a mim mesmo. Foi preciso deixar de escrever neste blogue para ver o quanto é importante cumprir as nossas promessas pois se não cumprirmos as promessas que fazemos a nós mesmo o mundo terá o mesmo comportamento para connosco…
Isto tudo para dizer que este post marca o meu regresso, e vou fazer uma publicação por semana mantendo vivo os meus pensamentos e partilhando os meus sonhos.

O DESESPERO DA MÃE

Bem, cá vai a minha próxima comunicação, um pouco atrasado (era para ter sido na segunda), mas vai sempre a tempo…



Certo dia, noite, manha, tarde, cheio de Luz e escuridão a Mãe de todos nós foi falar com o ponto que deu origem ao tudo e ao nada, ao muito e ao pouco, ao amor e ao medo. Ele o responsável pela existência, aquele cujo os mortais chamam de Deus e os imortais Eu, e disse a Mão Natureza, num tom que soou, a fúria de um furação, ao estrondo de um trovão ao choro de dor e desespero de uma Mãe:

- Hooo Tu que criaste tudo que é e não é, porque não olhas pela tua criação? Porque os deixas sofrer na amargura dos seus sucessivos erros? Porque não levantas a tua mão, puni-os ou ajuda-os, mas não os abandones, pois eu não posso fazer mais do que faço.

Então ele num tom suave, imponente, pávido e sereno, respondeu:

- Mãe Natureza, a tua dor é a minha dor o teu sofrimento também a mim pertence, mas repara, aos meus filhos dei riqueza fizeram pobreza, dei-lhes verdades fizeram mentiras, dei-lhes o dom de amar e eles tornaram-no patologias e consideraram-no impossível.

A voz imponente fez uma pausa, como que nesse curto espaço reflectisse sobre o que acabara de dizer ou desse tempo para que quem procurou a resposta reflectisse e então recomeço.

- Mandei profetas, mensageiros, génios e professores e no fim de tudo, muitos não acreditam na minha existência, outros desprezam ou alteram as minhas mensagens e a maioria culpa-me pelos desaires das suas escolhas. Por eles eu faço tudo, por eles eu sofro e choro, mas não posso, aliás não devo interferir nas suas escolhas. Com eles tenho um acordo que muitos denominam “Livre-Arbitrio”, deixou-os criar as suas próprias realidades, não os castigarei nunca pois eles já são castigados pelas suas escolhas e dessa forma estaria a trair a eles e a mim mesmo, não os ajudo da maneira que queres pois o que posso e faço é guia-los, não de uma forma imperativa, digo o que fazer mas não ordeno que o façam, mando ajuda mas não os obrigo a aceite-la. Eu não defino e escrevo o destino de cada um de vós, apenas encaminho-os com ideias e sugestões, para que concretizem a realidade que pretendem criar. Mãe natureza ages como uma verdadeira mãe, mesmo sabendo antemão todas estas verdades, lutas pelos teus filhos nutrida de compaixão, suplicas pela minha intervenção com toda devoção, mas digo-te a te e a todos que em algum momento de desespero me culpem…

EU NÃO DEVO FAZER NADA, MAS NUNCA VOS ABANDONO, PROCUREM DENTRO DE VÓS TODAS AS SOLUÇÕES.

CONSCIÊNCIA MUNDIAL


Ao longo das nossas vidas, nos somos levados a acreditar que os seres humanos são a praga deste globo, capazes de actuar escassamente com monstruosidade, somos conduzidos a pensar que tudo em que tocamos esta destinada a ser destruído e fazem-nos crer que devemos ter vergonha da nossa existência. Mesmo vendo vídeos como aquele que apresento na publicação anterior, pessoas que pensam de uma maneira destrutiva, não vêem que os seres humanos são divinos, como todos os seres a fase do universo, que o problema não está na criação nem no nosso carácter hipoteticamente monstruoso, o problema está sim na consciência mundial, que é uma das heranças que obtivemos da natureza, a força da vontade que deu origem a nossa existência, a força característico da nossa mãe, a força que criou e alimenta “o mal”, a força que produz a fome e as guerras. Essa força construtiva e destrutiva, actualmente e durante a maior parte do tempo da nossa espécie, descrevesse com uma única característica, o medo [o medo de perder (aquele grande amor, aquela riqueza que lutei a vida toda para ter, aquele, aquela, aquilo e aqueloutro…), o medo de ser o mais fraco (que leva a uma luta constante, a competitividade irracional e a demais loucuras), o medo de morrer, o medo do terrorismo, da gripe A, disto e mais aquilo].
O medo! O medo! O medo! Eis o real problema do ser o humano, que poderosamente é o que é a consciência mundial.
Todos nós estamos cientes que algo esta errado, muitos levam a vida a fazer críticas, sem se aperceber que dessa forma esta a alimentar o que estas errado, pois usa a sua influencia sobre a consciência mundial afirmando aquela realidade que ele afinal não quer (muitos desses críticos nascem e morrem a dizer que o ser humano é mau), tornando assim o poder da consciência numa força que não nos deixa ser livres.
A chave para a mudança, a chave para libertar o ser humano dessa prisão que ele próprio criou é nada mais, nada menos que alterar a consciência mundial e isso passa por três coisas bem simples e ao mesmo tempo complexas, mas alcançáveis:
1 – Muda primeiro a tua própria consciência (tu e eu somos divinos e somos naturalmente bons, aceita os teus medos e usa-os para crescer e não te aprisionares na sua influencia e lembra-te sempre que tens o poder da vontade o poder da natureza);
2 – Se queres acabar com a fome e com a pobreza, fala da abundância e da riqueza (procura ensinar o pobre a ser rico e o rico a ser pobre, procura mudar os acontecimentos ou dar apoio aos que estão a mudar) e muda a forma de ver os acontecimentos da vida, boas ou más não passam de crescimento.
3 – Não existem vítimas no universo, apenas criadores, cria a tua própria realidade mesmo quando tens uma tonelada em cima das costas, acredita nos teus sonhos e luta por eles.

Se aplicares estas regras a te mesmo, descobriras muitas outras e farás de certeza este mundo um lugar melhor.

FORÇA DA NATUREZA

Trago-vos este vídeo pois achei-o muito interessante, nele pode descortinar uma mensagem clara e concreta que o facto, criação, transmite a todo o produto da sua persistência (planetas e seres vivos racionais e irracionais).



Esta representação simples de como os seres vivos no nosso planeta fora evoluindo comprava que nós somos frutos de um amor incondicional que nos possibilitou um crescimento a qual expõe a vontade (força) inexplicável da mãe natureza.
Quando falo de amor incondicional, falo de uma força, uma energia, um mais que incompressível poder que zelou por nós e garantiu que tudo ia acabar nesse fim (expressado no vídeo), que não é o fim, mas sim um começo. Quando articulo sobre a vontade da mãe natureza, quero demonstrar a robustez da mãe da vida, a mãe que nos dá a todas as condições perfeitas para termos uma magnifica passagem por este estado físico do ser, a mãe que nasceu (também) do amor incondicional, a mãe de todos nós e a dádiva mais precioso para vida material.
Então a mensagem que encontrei nesse vídeo é essa, nós somos o resultado de uma teimosia (que ainda se mantém) por parte da natureza, que quer evoluir a cada dia que passa contando com a nossa ajuda.

EU SEMPRE QUIS TER UM BLOGUE



O porque? O porque de hoje e apenas hoje ter decidido criar um blogue.

Tudo começou quando a 13h30 de uma bela tarde em que eu, como é habitual, estava a dormir profundamente (sim, a essas horas.XD Normalmente fico lá até as 15h e por ai a diante, já cheguei a acordar as 18h, isso sim, quando é fim de semana ou não tenho nada para fazer), quando oiço lá no fundo um som irritante que estava a azoar o meu sono, era o meu telemóvel que tocava irritantemente, pensei em desligar e continuar a dormir, mas era o meu amigo Tiago, lá tive que atender o telemóvel com uma voz marcado pelo desagrado e sono a mistura:

- Toouuuu?!

- Piter? Sou eu o Tiago, então, tínhamos combinado que ias passar pela minha casa para falarmos um pouco.

- Hum! Ok. Ok, é verdade, desculpa meu, deixa-me só almoçar que já vou ai.

Bem, depois do essencial ritual de higiene e um grande prato de arroz, bife e salada, lá fui eu num percurso que não durou 5 minutos. Encontrei o Tiago sorridente como a maioria das vezes, hospitaleiro e cheio de novidades como sempre. Nas minhas conversas com o Tiago houve sempre dois temas predominantes, John Bon Jovi, vocalista de uma banda que ele simplesmente ama (confesso que com alguma persistência da parte dele, ganhei um certo gosto por tal banda) ou então mais uma peripécia do seu grande amor não correspondido (isto dava mais um blogue), mas com alguma surpresa minha a primeira coisa que ele me mostrou foi um blogue de nome O Ultimo Romeu Vivo (este blogue foi criado por duas meninas muito fofas como forma de demonstrar a sua admiração pelo meu amigo), durante duas horas rimos muito e lemos o blogue.

Nesse blogue pode ler um conjunto de poemas da autoria do Tiago, esses poemas fizeram-me lembrar um passado remoto onde um jovem expressava as suas amarguras e as suas alegrias em forma de poemas e prosas (por acaso esse jovem foi quem escreveu este aglomerado de letras presentes neste blogue), no dia em que estava a ler o tal blogue do Romeu essas amarguras e alegrias não passavam de um amontoado de papel sem significado nenhum, que ainda existiam porque na última arrumadela que dei ao meu quarto não as encontrei, com um misto de sentimentos (confiança e alguma loucura) proporcionadas por aqueles poemas (cuidado com aquele blogue…lol) ganhei coragem e criei este blogue que estas a ler.

Este simples acto de criar um blogue, acreditem ou não, é a concretização de um sonho. Muitos de vós deve estar a pensar (Um blogue? Algo tão fácil, cujo a única dificuldade é ter internet?!), bem realmente tem razão, criar um blogue é algo simples e fácil, mas, o real problema de tal acto é manter um blogue, ter a responsabilidade de fazer com que este espaço não seja mais um site esquecido na internet (pelo menos por mim), de certa forma, atormentava o meu Eu. A responsabilidade de manter este blogue minimamente actualizado não é o meu único medo (digo não é, porque os medos ainda se mantém), temo ainda as opiniões do meu grupo trocista de amigos encabeçado por um gozão maníaco chamado Amaral (que por acaso também tem um blogue que relata uma épica viagem de amigos a volta das terras lusitanas com um pequeno desvio pelas terras castelhanas), mas nisto tudo o herói fui a mascote do grupo o Simba (se quiserem saber mais leiam o fórum vale a pena 20 Anos, 20 dias).

Isto tudo para vos fazer ver que por vezes há muitos objectivos que traçámos, muitos sonhos que temos ou já tivemos que não passam desse ponto, o querer. Porquê? Porque mentalmente magicamos um conjunto de medos e demais barreiras que nos impedem de ir em frente e alcançar os nossos objectivos, a mensagem desta minha primeira publicação é algo simples que já ouviram em muitos lugares, LUTEM PELOS VOSSOS SONHOS pois o acto simples ou complexo de realizar um sonho tem um efeito tão grandioso em nossos espíritos que nem em mil publicações conseguiria explicar.

Lutem pelos vossos sonhos, pois eles são a alavanca do espírito, o sangue do corpo, o pulmão de um peixe, as guelras de um pássaro e as assas de uma pedra.

“Nós somos do tecido de que são feitos os sonhos” William Shakespeare